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home\eventos culturais 2004/2005
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Exposições temáticas e conferências realizadas durante o ano 2004/2005 . 25.06.2005 .arquitectura 03.06.2005 .design 28.05.2005 .design 13.05.2005 30.04.2005 .arquitectura 22.04.2005 .arquitectura 08.04.2005 .design 19.03.2005 .arquitectura 10.03.2005 .arquitectura 04.03.2005 .arquitectura 26.02.2005 .design 11.02.2005 .arquitectura 21.01.2005 .arquitectura 21.01.2005 .ecologia Conferência e Exposição: "Arquitectura" até ao dia 30 de Julho: exposição das obras mais recentes do arquitecto Rui Correia, em especial o projecto do Palácio de Justiça de Vila Nova de Famalicão.
Conferência:
Enric Tormo i Ballester . Conferência e Exposição: Exposição: de 13 de Maio a 01 de Junho
Conferência e Exposição: "Design" dia 08 de Abril, às 15h | Escola Superior Gallaecia
O CAROCHO linha de acessórios Actualmente, o mercado caracteriza-se por ter produtos provenientes de destinos diversos. A temática da casa de banho è especialmente invadida por produtos chineses, fruto de uma estratégia agressiva de promoção. Pelo que a resposta a estes tipo de produto deverá assentar numa lógica de produtos criados entre a qualidade produtiva e a qualidade estética. O Hotel poderá ser entendido como um palco de experimentação, não só pelas características funcionais do cenário, mas também devido às suas evidentes qualidades promocionais. Estes tipos de premissas poderá ser a base pela concepção de novas lógicas de produtos onde a fantasia é a arma para combater a lógica das cópias que caracteriza este tipo de produto. Carocho, a nova série de acessórios para hotel concebida para a empresa minhota Furnor, pretende reinterpretar a silhueta inconfundível do barco da Ribeira do Minho. O Carocho é uma embarcação feita em madeira e tecido, adaptado e aperfeiçoado de acordo com as características do rio. Barco de transporte de mercadorias, da pesca do salmão, do sável, da lampreia e da truta, e ainda um magnífico barco de recreio. Esta nova série é concebida recordando os elementos que constituem a caverna deste barco negro que desliza silenciosamente pelo rio Minho. Estes elementos de referência são a base para a criação de um módulo produtivo que pretende recuperar e exaltar a memória, a história e as gentes minhotas, assumindo um design que harmoniza a tradição e a inovação. Como os módulos de uma caverna de um barco, estes elementos compõem-se para tornar esta linha de acessórios um sistema funcional ao bem estar na casa de banho. Esta linha desenhada para as casas de banho de Hotel, caracterizada pela simbiose entre resistência e elegância, pretende acompanhar o cliente num momento de relaxe e propor-lhe uma viagem pelas águas dum rio que atravessa um dos lugares mais fascinantes de Portugal. Aparo&Soares 2004 Seminário e Exposição: "Arquitectura"
Luís Teles 97 a 05 (25 anos de profissão, 50 de idade)
“oh scrittore , com quali lettere scriverai tu com tal perfezione la intera figurazione qual fa qui il disenho?”- Oh escritor, com que letras conseguirás descrever com tanta perfeição a figura como o faz aqui este desenho? Leonardo da Vinci).
A exposição apresenta um conjunto de trabalhos desenvolvidos desde 1997 a 2005. Os textos procuram completar o que os desenhos não conseguem exprimir: - a trajectória, o processo - problema de comunicação? falta de espaço? ou simplesmente, pelo facto de uma exposição ser uma outra realidade, uma outra dimensão da obra e do projecto!? Uma exposição é contudo, também um projecto. Esta pretende-se acompanhar de modesta auto-crítica.- Parar para pensar. “Passar”. Mostrar que se pretende uma nova etapa. Mostrar o trabalho com as suas fragilidades, tal como é, porque os alunos, gostam de saber como o professor pensa quando projecta. Os alunos gostam de saber e conhecer, com quem se relacionam. A exposição é contudo efémera, pois limitar-se-á simplesmente, a uma primeira e última apresentação. Espécie de “Mail” ou mensagem “SMS”, que se envia e a seguir se apaga, porque a memória da máquina é curta. É uma exposição de imagens, uma exposição de “desenhos”. Originais - (ferramentas) que pretendem mostrar o processo de trabalho: - ingénuos, simples e rudes mas que se procuram expressivos. Não foram obviamente feitos para uma exposição! (registos )- agora recuperados para o efeito - ( momentos de trabalho). Comunicação, do dia a dia no atelier. Mensagens que procuram iniciar a rotina do projecto. Ideias/intenções. Vence-se o “gelo” do pensamento, que se deseja tornar realidade, mas que ainda não consegue- (inquietação/sofrimento/paixão) Vence-se o pânico, das folhas e dos ecrãs vazios. O tempo que não acompanha a necessidade imposta pelo cliente , o ritmo da obra, ou o prazo da entrega do trabalho. Inadiável!... A ausência de uma saída para um problema, solução que se procura reconhecer no equilíbrio de um grafismo ainda abstrato. Verdade de um (re)/conhecimento ainda em construção. Os desenhos, passaram por outras mãos e por outros olhos. Alguns foram dobrados, para caberem na mesa do computador. Estiveram pendurados com fita adesiva, à altura dos olhos, numa régua em madeira, pregada a todo o comprimento da parede, (para que a ideia secasse, após muitos e rápidos olhares). Estiveram guardados, de um modo menos conveniente, abandonados em pastas ou rolos, no interior dum atelier, com pouco espaço e alguma (muita) desarrumação. De “risco” passaram a estar “em risco”. Resistiram ao dia a dia. Talvez só por isso mereçam ser apresentados. São símbolo de resistência. Recolhidos agora como “papiros” em trabalho metódico de arqueólogo ou arquivista, que não sou, porque o arquitecto trabalha de trás para a frente e não da frente para trás. Com o auxílio de um amigo, que é pintor, selecionei-os. Transformei-os em documentos. Embalei-os. -Podiam já ter sido destruídos. Podiam já ter ido parar a um contentor do lixo, e jazer agora numa qualquer “ETRSU” (Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos) - juntamente com um outro papel, ter sido reciclados, fazerem parte de uma qualquer embalagem, ou talvez daquele cartão, que hoje comprei, para fazer uma nova maquete. Mas são contudo ainda desenhos (gestos animados transcritos para o papel), gestos inseguros, intranquilos, a que a moldura e a sala, onde criteriosamente irão ser dependurados, procuram emprestar um novo ”brilho” criarão nova atmosfera, -voltarão a ser a “pele” dum novo contexto. A exposição introduzirá o debate!? - Passarão portanto, voluntariamente a fronteira da intimidade. Em audiência serão julgados. -Agora já nada mais há a fazer. O trabalho está acabado. Já não pertence a quem o fez. Pertence apenas aquele “lugar”, onde alguém o construiu. - Talvez alguns venham a perdurar no tempo e certamente provocarão algumas questões, - por exemplo, a pergunta séria de uma criança na idade dos porquês, criança que ainda não nasceu, mas que eu contudo imagino a brincar no jardim, ao lado de outros, que já não existem, mas que aquela árvore ainda os conheceu e se algum dia falar, (como acredito poder acontecer), poderá contar - o como e o porquê foi então difícil construir!... 13 de Fevereiro de 2005 (o como e o porquê) l.teles@portugalmail.pt Seminário: "Arquitectura"
Adalberto da Rocha Gonçalves Dias Porto, Março de 1953 Arquitecto pela Escola Superior de Belas Artes do Porto Colaborou com o Arqº Siza Vieira e exerce a actividade profissional desde 1977. Realizou diversos projectos e obras de habitação unifamiliar e colectiva (Aguda, Fão, Barcelos, Ílhavo, Porto), de recuperação e reabilitação de edifícios (Lisboa, Porto, Póvoa de Varzim), de equipamentos e serviços (Porto, Vila do Conde, Aveiro, S.João da Madeira), alguns dos quais premiados em Concursos. Tem participado em diversas exposições e proferido conferências em Portugal e no estrangeiro. Nomeado para o Prémio Mies van der Rohe 96, e Prémio Iberfad 96, Secil 98. Responsável pela Reabilitação da Area Leste A (Batalha), Porto Capital da Cultura 2001. Professor Auxiliar Convidado na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto.
Seminário e Exposição: "Design" Paralelamente uma exposição de edições da Empresa Grafislab do Porto, durante 3 semanas na Galeria da Pousada D. Diniz.
Breve Resumo: 1 - O design com arte fundamental no êxito de um trabalho gráfico. 2 - A pré-impresssão e o que fazer para rentabilizar os tempos das operações seguintes. 3 - A impressão e os recursos a ter em conta. 4 - Os acabamentos e os seus variados processos. Manuel Jacinto iniciou a sua actividade em artes gráficas aos 16 anos de idade. Frequentou em simultâneo o Curso de Pintura Decorativa na Escola de Artes Decorativas Soares dos Reis, detendo em anos consecutivos 3 prémios em concursos de âmbito nacional para a queima das fitas da Universidade do Porto. Mais tarde montou um gabinete de Design, desenvolvento trabalhos para as mais diversas áreas de actividade, desde o comércio à indústria, encontrando-se neste momento ligado à produção e gestão de artes gráficas (litografia). Tem sido solicitado para cursos de formação profissional em empresas do sector gráfico. É membro da Associação Portuguesa de Empresas Gráficas e Transformadoras de Papel. Participa regularmente em júris de avaliação de cursos para artes gráficas, em várias escolas profissionais do país.
Seminário e Exposição: "Arquitectura"
. Seminário: "Arquitectura"
Breve Resumo: Os sistemas de avaliação e certificação ambiental de edifícios são hoje considerados necessários para incentivar a construção sustentável.
. Seminário: "Ecologia"
Breve Resumo: A Avaliação Portuguesa do “Millennium Ecosystem Assessment” tem vindo a decorrer desde Maio de 2003 (http://www.ecossistemas.org). O MA foi concebido para fornecer parte da informação científica necessária para a implementação da Convenção da Diversidade Biológica, da Convenção do Combate à Desertificação e da Convenção das Áreas Húmidas. O MA foi lançado a nível mundial pelo Secretário Geral das Nações Unidas em Junho de 2001. É uma avaliação multi-escala, consistindo em avaliações interligadas aos níveis global, sub-global e local. Existem cerca de 15 avaliações sub-globais aprovadas, entre as quais a de Portugal, a da Suécia, a do Sul de África, e a da China. A Avaliação Portuguesa irá decorrer até meados de 2005, sob a coordenação do Centro de Biologia Ambiental da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL). A Avaliação Portuguesa está a analisar a condição dos serviços dos ecossistemas em Portugal, tendências recentes nesses serviços e cenários para os próximos 50 anos. A Avaliação Portuguesa é composta por uma equipa científica e por um grupo de utilizadores, que são os principais destinatários da informação a ser produzida e também partes interessadas ('"stakeholders") nos ecossistemas a serem estudados. A equipa científica é composta por mais de 30 cientistas, de diversos campos, incluindo economia, sociologia, biologia e engenharia florestal. Os utilizadores representam diferentes sectores da sociedade, incluindo governo nacional e local, organizações não governamentais, agricultura e indústria. Os três produtos principais da Avaliação Portuguesa são: Report on the User Needs and Response Options (disponível em http://ecossistemas.org); State of the Assessment (em processo de revisão); e o livro da Avaliação Portuguesa (a ser publicado em 2005). .
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