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Exposições temáticas e conferências realizadas durante o ano 2003/2004
Exposição: "A Terra na Arquitectura Ibero-Americana"
Exposição: "Arq. José Porto"
"Pintura Mural Portuguesa: Preservar, Investigar e Promover"
"Em Abril, desenhos mil"
Ciclo de Conferências: "Declaração de Bolonha"
Seminário: "Património e Conservação"
"Arq. João Álvaro Rocha"
"Arq. Nuno Pinto Cardoso e Arq. António Pedro Valente"
"Exposição de DESIGN"
"Exposição de ECOLOGIA e PAISAGISMO"
2º Seminário "Arquitectura de Terra em Portugal: Investigação, Legislação, Produção e Construção"
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Antegrado nas Jornadas de Arquitectura de Terra, que se realizam em Portugal, nos dias 24, 25 e 26 de Setembro 2004 e por intermédio da colaboração de diversas instituições, a Fundação Convento da Orada, a Escola Superior Gallaecia e a Associação Centro da Terra, com o apoio do Projecto de Investigação Iberoamericano Proterra, levam a efeito no dia 25 de Setembro, o 2º Seminário "Arquitectura de Terra em Portugal: Investigação, Legislação, Produção e Construção"
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Tema:
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"Investigação, Legislação, Produção e Construção" |
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Dia:
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Sábado, dia 25 de Setembro |
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Participação:
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16 palestrantes |
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Contactos:
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Local:
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Delegação da Fundação Convento da Orada,
Rua das Pedras Negras, nº30, R/C. 1100-403 Lisboa
(transversal à rua da Madalena na Baixa).
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Estará patente ao público a exposição "Glorious Mud", de Peeyush Sekhsaria,
exposição de fotografia de arquitectura de terra no Mali.
Um pequeno stand de livros dedicados a estes temas, também estará presente.
O espaço é limitado e só permite 50 inscrições para o público.


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A Escola Superior Gallaecia tem o prazer de convidar para visitar a exposição de trabalhos dos discentes da licenciatura de Ecologia e Paisagismo, da ESG.
"EXPOSIÇÂO DE ECOLOGIA E PAISAGISMO"
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Tema:
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"Ecologia e Paisagismo" |
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Periodo:
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23 Julho a 13 Agosto 2004. |
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Organização:
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Escola Superior Gallaecia
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Coordenação
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Prof. Dr. Francisco Fumega Piñeiro
Director da licenciatura em Ecologia e Paisagismo da ESG. |
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Horário da Exposição:
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Segunda a Sexta, 14h-18h
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Contactos:
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Local:
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Galeria de Exposições da Escola Superior Gallaecia,
Largo das Oliveiras
4920-275 Vila Nova de Cerveira
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Na continuação das exposições temáticas, que vêm sendo realizadas durante o presente ano lectivo, a Escola Superior Gallaecia, tem o prazer de o convidar,
a assistir à inauguração da exposição:
"EXPOSIÇÂO DE DESIGN"
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Conferência de Abertura:
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Mestre Silvestre Pestana.
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Master em Arts-Art and Designer Education,
pela De Montford University/Leicester, Reino Unido. |
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Tema:
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"As Artes da pós-modernidade: ARTE DIGITAL" |
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Dia:
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Sexta, 2 de Julho 2004, às 18h00 |
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Organização:
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Escola Superior Gallaecia
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Coordenação
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Prof. Henrique Silva, Director do curso de Design, da ESG. |
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Horário da Exposição:
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Segunda a Sexta, das 14h às 19h.
(Alteração do horário de visita, só é possível com prévia marcação).
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Contactos:
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Local:
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Galeria de Exposições da Escola Superior Gallaecia,
Largo das Oliveiras
4920-275 Vila Nova de Cerveira
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Breve Resumo da Exposição de Design:
A clave que sintoniza o conceito da sabedoria, traduz a necessidade da percepção da forma e sua identificação - daí o próprio conceito de design poder ser a primeira forma de comunicação, de entre a palavra escrita, o som e a cor.
A aprendizagem da linguagem da imagem, torna-se assim, a essência da comunicação e a aprendizagem do design o seu léxico.
Esta exposição, que consente paradoxalmente o embrião da convicção e da forma, permitindo modelos de heranças genéticas dos autores, não desmente, no entanto, a essência da aposta deste Curso de Design, ou seja, a investigação.

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Seminário: "Património e Conservação"
dia 3 de Abril, às 15h | Escola Superior Gallaecia.
Palestrante: Mestre Arq. Maria Fernandes, D.G.E.M.N.-Coimbra

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Ciclo de Conferências: Declaração de Bolonha

A Escola Superior Gallaecia tem o prazer de convidar V. Ex.a a participar no Actividades Ciclo de Conferências sobre a Declaração de Bolonha, a ter lugar no edifício da ESG, em Vila Nova de Cerveira, de acordo com o calendário abaixo indicado.
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30 de Abril
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15.00h
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Prof.ª Conv.ª Delmira Calado, Directora da Escola Superior Gallaecia |
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17.00h
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Dr.ª Goreti Sousa, Dir. Adj. Pedagógica da Escola Superior Gallaecia
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28 de Maio
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15.00h
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Prof. Doutor Sérgio Machado dos Santos, Presidente do Conselho de Reitores Europeus, no período da assinatura da Declaração de Bolonha
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17.00h
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Dr. Paulo Faria, representante dos estudantes portugueses na Europa, no período da assinatura da Declaração de Bolonha |
PALAVRAS DE ABERTURA AO CICLO DE CONFERÊNCIAS DA
DECLARAÇÃO DE BOLONHA
Escola Superior Gallaecia
Em 1910 quando foi implantada a 1ª República, 75% da população Portuguesa era analfabeta. As reformas da educação, que se seguiram, lançaram Portugal para a linha da frente dos países europeus no sector da Educação. Mas nos anos 30 (do sec. XX), Salazar ao encerrar as Escolas Superiores do Ensino Primário e substituir os professores primários diplomados por professores regentes com a 4ª classe, deu um rude golpe no avanço das políticas da educação da 1ª República e levou-nos irremediavelmente para o atraso crónico, das décadas subsequentes.
Se o povo aspirava a saber mais e mais, vinha a célebre frase desprezível, que se entranhou nas nossas mentalidades, martelando constantemente que este país não podia ser um país só de doutores e, assim se foi amordaçando e desprestigiando um povo inteligente e empreendedor. O direito à educação que tornou o Estado todo-poderoso, suportando economicamente as despesas do ensino, deu-lhe também a oportunidade e a responsabilidade total de manipular a orientação educativa, contribuindo para a fobia dessas mentalidades que, ainda hoje, para preencher o vazio cultural, só sabem gerar boatos derrotistas que nos bombardeiam para fazerem sucumbir os mais fracos, Estes são velhos do Restelo, impermeáveis a qualquer mudança de modernização, denunciando resquícios das velhas mentalidades que por medo, ignorância ou frustração, não desejam evoluir.
Mas a mudança aí está e, se mantivermos a cabeça enterrada na areia como a avestruz, ficamos eternamente para trás. Os portugueses tem um espírito avançado e de modernidade que foi subestimado nas últimas décadas e transformado em derrotismo. Temos que avançar de novo e não podemos deixar que os outros países nos conduzam. Teremos nós, só nós, de orientar os nossos destinos sem, no entanto nos isolarmos da Comunidade Europeia.
Vamos pois, inserir-nos já, nas transformações da Europa, tirar o melhor proveito das Reformas do Ensino, mais conhecidas pela Declaração de Bolonha.
Comecemos por analisar os novos conceitos sobre a Educação que se irão implantar no espaço Europeu. Todos reconhecemos que as nossas vidas mudaram totalmente nos últimos 5 anos. As tecnologias, as políticas mundiais, a nova economia, transformaram o Planeta para melhor ou para pior. Sentimo-nos impotentes no meio deste redemoinho, do qual não nos poderemos isolar. O melhor é pois compreende-lo e nele nos enquadrarmos, mantendo as nossas características nacionais e pessoais e avançarmos para a linha da frente.
A Educação, também mudou radicalmente! É aí que nos temos de concentrar, pois existem novas palavras e novos conceitos.
1. A palavra ensino, é substituída por aprendizagem . Irá haver uma aprendizagem base, adquirida na infância e na juventude e uma aprendizagem contínua, que se desenvolverá ao longo das nossas vidas (actualização permanente).
2. Deixa de haver educação para haver formação. As crianças e os jovens têm de se prepara para o futuro, adquirindo a maior quantidade de conhecimentos.
3. O termo direito à educação desapareceu. Não se oferece um sistema de ensino público, mas sim produtos de aprendizagem, fornecidos por instituições públicas e privadas.
A boa vida, a culpabilização dos outros pelos nossos insucessos, o não pagamento de bens por nós consumidos tem novas regras de aquisição. Agora nós, como pessoas, somos os únicos responsáveis pelos nossos destinos, pela aquisição de mais valias, pela construção do nosso próprio futuro. Somos nós que temos que definir a escolha dos nossos investimentos. As instituições põem à nossa disposição um enorme leque de produtos de bens de aprendizagem e de formação, bens culturais e tecnológicos. Façam o vosso plano e as vossas opções. A partir de 2005/06, as prioridades são muito diferentes dos anos que ficaram para trás. Vão optar pelo automóvel ou pela formação?
4. A cultura do desperdício, das facilidades e dos subsídios, será substituída pela cultura da aquisição de mais valias intelectuais. O país, a Europa e o mundo já se encontram numa nova era, não se deixem ficar para trás por descuido, ignorância ou abandono.
5. A sociedade deixa de ter o dever de educar as crianças e os jovens. Estes é que tem o dever de obter a aprendizagem e adquirir os conhecimentos . (ninguém vai ser obrigado, as pessoas é que sentem a necessidade)
6. Por fim há novos palavras que entram no vocabulário da Formação como: aprendizagem em vez de ensino, formação em vez de educação, empregabilidade, mobilidade, adaptabilidade, disponibilidade, competitividade, gestão de aquisição de conhecimentos, estratégias ou planos de vida, eficiência e excelência. São termos introduzidos nas políticas de formação da Declaração de Bolonha (propositadamente já não digo política de educação).
Mas façamos primeiro, uma resenha histórica:
Abril de 1997 Convenção de Lisboa o Conselho da Europa e a UNESCO promoveram uma convenção conjunta em que foi adoptado o texto sobre o reconhecimento de qualificações relativas ao Ensino Superior (de acesso e graduação) na região Europa.
Maio de 1998 Declaração da Sorbone a França, Alemanha e Itália estavam a tentar implementar reformas profundas e radicais no seu sistema de ensino, bastante pesado e antiquado, com elevadas taxas de abandono e insucesso. Para diminuírem os riscos de impactos negativos junto da população académica, trouxeram estas reformas para um âmbito europeu, às quais se associou o Reino Unido, numa reunião dos seus ministros, na Sorbone. Nesta declaração foi criada uma área europeia de Ensino Superior.
Setembro de 1998 O Conselho de Ministros da Educação, da União Europeia, adoptou uma recomendação (nº 561/98) para a cooperação e garantia da qualidade no Ensino Superior.
Junho de 1999 Bolonha - na cimeira de Ministros de Educação europeia, de 29 países (entre eles Portugal e Espanha), nasceu a Declaração de Bolonha.
Março de 2000 Cimeira de Lisboa é tomado o compromisso pelos Estados Membros em que o Processo de Bolonha deixa de ser uma acção voluntária para se tornar efectiva.
Maio de 2001 Cimeira de Praga esta cimeira de Ministros de Educação de 32 paises veio confirmar e fixar medidas e metas concretas para o processo de integração no espaço europeu da política da educação (este termo ir-se-ia modificar em política de formação).
No ano lectivo 2002/03 a Escola Superior Gallæcia, começou-se a falar nas novas políticas do Ensino Superior e na Declaração de Bolonha.
Setembro de 2003 Conferência de Berlim a Conferência de Ministros Europeus do Ensino Superior, antecipou a data da entrada em vigor da Declaração de Bolonha para 2005/06, assumindo o compromisso de, em todos os países do Espaço Europeu, ser iniciado até 2005 a implementação do sistema, baseado em dois ciclos. Também, nesta conferência se afirmou, o princípio de que a Investigação é parte integrante do Ensino Superior da Europa.
Abril/Maio de 2004 Perante estes acontecimentos, já está a decorrer na Assembleia da República portuguesa a aprovação de nova legislação que se enquadra nos princípios de Declaração de Bolonha.
O ano lectivo 2004/05 será o ano de conversão do sistema de Ensino/Formação em Portugual e na Europa.
Maio de 2005 Bergan (Noruega) nesta Conferência de Ministros do Ensino Superior, espera-se que os Estados Membros já tenham alcançado as metas a que se comprometeram, em cimeiras anteriores e desenvolverem a competitividade entre a EU e os EUA.
Os objectivos da Declaração de Bolonha são:
1. Desenvolver a capacidade de atracção mundial da Formação Superior, oferecida pela EU.
2. Possibilitar a comparabilidade entre formações homólogas adquiridas em países distintos.
3. Implementar um sistema de Unidades de Créditos acumuláveis e transferíveis entre estabelecimentos de ensino e países da EU [ECTS].
4. Desenvolver a mobilidade de professores, estudantes e a empregabilidade de diplomados.
5. Cooperar na elaboração e integração de programas de ensino.
6. Organizar o ensino superior em 2 ciclos:
____a graduação (3 anos)
____b pós graduação (2 anos)
7. Garantir a qualidade mediante a orientação comum, relativas à avaliação do ensino.
8. Promover a certificação de habilitações académicas e a acreditação de habilitações profissionais.
Sei que ficarão muitas dúvidas por esclarecer, alguns serão abordados a seguir ou na próxima conferência de 28 de Maio, outras serão os Senhores que procurarão respostas ao longo do ano 2005. Mas, podem crer que em 2005/06 tudo estará mudado.
Na Biblioteca estarão alguns dossier para consulta, de toda a documentação que vamos conseguindo recolher.
Escola Superior Gallæcia, 2004 Abril 30
Delmira Calado, Directora da Escola Superior Gallaecia
1 Rui Namorado Rosa in http:/www.janelana web.com/digitais/rui_rosa12.html
2 Idem
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A DECLARAÇÃO DE BOLONHA E O NOVO PARADIGMA DO ENSINO SUPERIOR
Dr.ª Goreti Sousa *
É hoje em dia muito frequente, sobretudo no meio Universitário, ouvirmos comentários, criticas, opiniões sobre a Declaração de Bolonha. O conceito entrou subitamente no nosso vocabulário, mas as referências que temos ouvido dele, por parte de alunos e de professores, expressam sobretudo um conjunto de dúvidas, em relação ao seu verdadeiro significado. A questão que mais vezes nos tem sido colocada: Mas isso é mesmo a sério? Em que é que tudo isto me vai afectar?
Comecemos pois a esclarecer dúvidas: Sim, isto é mesmo a sério! e Sim, vai-nos afectar a todos!
Justifica-se pois, que se aclarem alguns conceitos chave: O que é afinal a Declaração de Bolonha? O que deveremos esperar de todas estas reformas que começam a ganhar forma? E sobretudo: Qual deverá ser a nossa postura face a essas reformas? São as nossas reflexões pessoais sobre todas estas questões que gostaríamos de vos apresentar nesta comunicação.
Em primeira análise, o texto assinado a 19 de Junho de 1999, não parece trazer nada de essencialmente novo. Na verdade as grandes directrizes apontadas na Declaração de Bolonha, vinham já, pelo menos há uma década , a ser debatidas em diferentes contextos. Por outro lado esta declaração não tem o peso de um imperativo legal. Reveste-se, pelo contrário da força de um compromisso político, assumido pelos Ministros do Ensino Superior dos países aderentes, para levar a cabo a reforma dos respectivos sistemas, de forma a se inserirem no Espaço Europeu do Ensino Superior.
A decisão final é pois de âmbito nacional, mas, na verdade, a assinatura deste documento e todo o processo de debate que se lhe seguiu, deu lugar a um movimento de reforma de tal forma profunda que é já habitual ouvirmos referências a um novo Paradigma de Ensino Superior.
Quais são então os desafios levantados ao ensino superior por este processo e o que se prevê que venha a desenvolver-se num futuro próximo a nível institucional, nacional, peninsular e europeu?
Os objectivos da Declaração de Bolonha são bastante simples:
- Promover a mobilidade e a empregabilidade dentro do espaço europeu.
- Garantir a competitividade do sistema europeu do ensino superior.
Como meio para atingir estas duas grandes metas a Declaração propõe alguns objectivos específicos:
- Adopção de um sistema de graus idêntico, baseado em dois ciclos (pré-graduado e pós-graduado).
- Aplicação do Suplemento ao diploma.
- Estabelecimento do ECTS (Exchange Credits Transfer Sistem).
- Cooperação na avaliação da qualidade.
- Dimensão europeia do Ensino Superior.
A criação plena do Espaço Europeu do Ensino Superior está prevista para 2010. Até 2005 foram delineadas através do Comunicado de Berlim, metas intermédias, que redefinem as prioridades do Processo de Bolonha:
- Desenvolver critérios de avaliação e metodologias mutuamente aceites e partilhados pelas instituições de ensino superior. Definir e clarificar o papel dos diferentes organismos com competência nesta área.
- Dar inicio à implementação do sistema de graus baseado em dois ciclos e elaboração de quadros nacionais de qualificações, que sirvam de base à elaboração a quadro idêntico de âmbito europeu.
- Optimização dos instrumentos já disponíveis que facilitem o reconhecimento de graus e de qualificações de ensino superior:
a. Convenção de Lisboa para o Reconhecimento de Graus.
b. Atribuição do Suplemento ao Diploma.
c. Implementação do ECTS.
De entre estas metas, gostaria de destacar as duas últimas, uma vez que irão forçosamente mudar o nosso quotidiano, enquanto membros da comunidade escolar, e enquanto Instituição.
Alterações no Actual Sistema de Graus do Ensino Superior:
Enquanto em Portugal se tem vindo a demonstrar, nas últimas décadas, uma tendência generalizada para a organização de formações iniciais, de nível superior, com uma longa duração, ou mesmo ao aumento da duração das licenciaturas em certas áreas, noutros países da comunidade assiste-se a fenómeno inverso.
As alterações decorrentes do processo de Bolonha, levam a que o sistema nacional de graus do Ensino Superior, tenha que ser revisto para se aproximar deste modelo de dois ciclos. Um primeiro de curta duração, equivalente à actual licenciatura, seguido de um outro, de especialização, correspondente ao actual Mestrado. A revisão do sistema de graus de ensino superior está neste momento a ser levada a acabo no âmbito da proposta de alteração da Lei de Bases do Sistema Educativo.
Subsistem, no entanto algumas dúvidas quanto à duração formal de cada um dos níveis e na denominação a atribuir ao primeiro ciclo. Na maior parte dos países europeus, em que está já em vigor o sistema de dois ciclos esse primeiro nível tem a denominação de bachelor. Em Portugal têm-se levantado algumas reticências a esta denominação, uma vez que pode contribuir para a confusão entre este novo grau e o actual bacharelato, favorecendo a errada tendência para encarar de forma negativa a redução da duração formal desse primeiro ciclo.
Na verdade, esta redução, para três (duração que tem vindo a ser adoptada na maioria dos países) ou mesmo para quatro anos (modelo que parece reunir maior consenso entre as autoridades portuguesas), não deve ser encarada como uma degradação do nível da actual licenciatura. A implementação de um sistema 3+2 ou 4+1 deve forçosamente ser visto como um desafio à mudança, sem que se diminua as exigências de qualidade.
Pelo contrário, os critérios de qualidade são cada vez mais elevados e o controle é cada vez mais apertado. Como afirmava, na abertura de um outro ciclo de conferências sobre O Processo de Bolonha e o Ensino Superior em Portugal, Pedro Lince, ex-ministro da Ciência e do Ensino Superior:
ao ciclo da quantidade tinha de se seguir o ciclo da qualidade. (LINCE, 2003)
Como conseguir esta cultura de qualidade?
Está claro que não poderemos ultrapassar este desafio dentro dos moldes pedagógicos actualmente em vigor entre nós. A mudança é como tal inevitável. A exigência de qualidade e a curta duração da formação de primeiro ciclo não são duas realidades forçosamente contraditórias se encaradas dentro deste novo paradigma do ensino superior.
Reconhecimento de Graus e de Qualificações de Ensino Superior.
Dentro desta temática devemos forçosamente distinguir duas realidades distintas. Em primeiro lugar a que concerne ao reconhecimento de períodos de estudo, ou melhor, à equivalência dada a períodos de estudo realizados noutro país da Europa, da que diz directamente respeito ao reconhecimento de títulos académicos.
Dos três instrumentos acima referidos, como veículos que facilitam este reconhecimento, um deles, A Convenção de Lisboa, dá consistência a todas estas questões.
Os dois outros serão, muito provavelmente os factores decisivos, que possibilitarão, na prática o funcionamento dos princípios veiculados pela Convenção de Lisboa.
a) O Suplemento ao Diploma trata-se de um documento que entrará já em circulação em 2005, e que será fornecido aos estudantes juntamente com o diploma. O seu papel é o de clarificar o perfil da formação obtida, facilitando burocraticamente o processo de reconhecimento.
b) O ECTS será muito provavelmente a pedra basilar de todo o processo de reforma. De forma muito simples pode dizer-se que o ECTS é um sistema de transferência de créditos que se baseia em dois conceitos: a carga de trabalho e o grau de proximidade aos objectivos de formação.
A implementação do Sistema ECTS exige adaptações por parte dos docentes, alunos e da própria administração, daí que se fale desse Novo Paradigma do Ensino Superior. Tudo vai sofrer alterações:
- Todo o processo de formação passa a estar centrado no aluno, exigindo-se deste uma relação activa em todo o processo de formação. A própria exigência de flexibilidade na gestão do currículo, implica um grande esforço por parte das instituições para alterar a gestão dos seus planos de estudo, mas aumenta a responsabilização do estudante na organização da sua formação.
- Da parte do professor exige-se uma adaptação pedagógica que permita a introdução de metodologias activas, participativas e atractivas para diferentes perfis de estudante.
- O próprio processo de avaliação sofre uma inversão. Todo o processo de aprendizagem deixa de ser encarado como uma aquisição cumulativa de conhecimentos para se centrar no desenvolvimento de capacidades e competências a diferentes níveis:
- Competências básicas: centradas na capacidade de aprender e renovar conhecimentos de forma auto-didáctica.
- Competências Transversais: Centradas na postura cívica, profissional e ética.
- Competências Especificas: centradas nas capacidades de exercício de uma profissão.
Na perspectiva de desenvolver estas competências serão delineados objectivos de aprendizagem, sendo a classificação do estudante feita, em termos estatísticos, de acordo com o grau de proximidade a esses objectivos.
Como conclusão podemos afirmar que as reformas decorrentes da Declaração de Bolonha irão exigir uma nova atitude a todos os níveis:
A nível nacional é a este nível que têm surgido os maiores atrasos, uma vez que são necessárias reformas legislativas, que no caso português se traduzem num pacote de normas jurídicas, actualmente em discussão na Assembleia da Republica, das que se destacam, pela sua relevância para todo este processo a Lei de Bases da Educação, que irá trazer alterações no actual sistema de graus de ensino superior e a alteração da legislação referente ao sistema de créditos, introduzindo um sistema idêntico ao ECTS.
A nível institucional exige-se às Universidades que demonstrem:
- Abertura à mudança
- Flexibilidade no reconhecimento de qualificações e valorização de competências não formais ou de experiência profissional.
- Atenção ás motivações dos candidatos. Sobretudo no que toca a novos grupos alvo, nomeadamente na organização escolar (horários escolares e de funcionamento das instituições, número de horas de contacto, tipo de pedagogia, etc.) que tenha em conta outros grupos de estudantes, que não apenas os jovens saídos do ensino secundário, e que têm outro tipo de obrigações sociais, familiares e profissionais. (LOURTIE, [s.d.]).
- Atribuição de créditos a formações de curta duração e não conferentes de grau.
- Cooperação com outras instituições sobretudo no âmbito da organização de pós-graduações. Em 2001, na reunião dos Ministros do Ensino Superior, em Praga, apelou-se à promoção de diplomas conjuntos.
- Submissão voluntária a processo de avaliação.
- Organização escolar que favoreça a formação ao longo da vida.
A nível das mentalidades e das atitudes a Declaração de Bolonha exige da parte de todos uma nova forma de encarar o percurso de formação superior, não apenas no que toca a processos formais, como a duração dos ciclos, a denominação de cada um desses ciclos, ou a introdução do suplemento ao diploma. A criação do Espaço Europeu do Ensino Superior, vai também exigir uma reformulação dos objectivos, das metodologias e da própria organização e gestão financeira das instituições de ensino superior.
Referências:
- Bologna Declaration: Joint declaration of the European Ministers of Education Convened in Bologna on the 19 th of June 1999, Bolonha, 1999.
- Convenção de Lisboa, Lisboa, 1997.
- GOMES, José Ferreira (Coord.) Reflectir Bolonha: Reformar o Ensino Superior, um arquivo documental sobre a construção do Espaço Europeu de Ensino Superior, Universidade do Porto, 2003.
- LOURTIE, Pedro A Declaração de Bolonha, 2001.
- Magna Charta Universitatum, Bolonha, 1988.
- Message from the Salamanca Convention of European Higher Education Área: Shaping the European higher education área, Salamanca, 2001.
- SANTOS, Sérgio Machado dos As consequências profundas da Declaração de Bolonha, In: A.S. Pousada, L.S. Almeida e R.M. Vasconcelos (ed.), Seminário Contextos da Vida Académica, Universidade do Minho, Guimarães, 2002, pp. 69-78.
- SANTOS, Sérgio Machado dos Respostas do Sistema de Ensino Superior face aos objectivos intermédios do comunicado de Berlim, [s.l.], CNE, 2003.
- Sorbonne Joint Declaration: joint declaration on harmonisation of the architecture of the European higher education system, Paris, 1998.
- Towards the European Higher Education Área: communiqué of the meeting of european ministers in charge of higher education, Praga, 2001.
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* Directora-Adjunta Pedagógica da Escola Superior Gallaecia.
1 A Magna Carta das Universidades fora assinada em 18 de Setembro de 1988, mesmo antes da abertura do espaço Shengen.
2 Reunião dos Ministros do Ensino Superior Europeus, Berlim, 2003.
4 Entendida como a quantidade de trabalho necessária para atingir os objectivos de formação, incluindo a presença nas aulas, exames, o esforço na preparação para os exames, trabalhos realizados.
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Na continuação das exposições temáticas, que vêm sendo realizadas durante o presente ano lectivo, a Escola Superior Gallaecia, tem o prazer de o convidar,
a assistir à inauguração da exposição:
"Em Abril, desenhos mil"
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Conferência de Abertura:
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Mestre Arq. Sandro Lopes.
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Tema:
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"A importância do Desenho e da Forma no Planeamento Urbano" |
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Dia:
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Sexta, 23 de Abril 2004, às 18h00 |
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Organização:
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Fundação Convento da Orada e Escola Superior Gallaecia
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Horário da Exposição:
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do dia 23 de Abril, a 15 de Maio 2004
Sextas e sábados, das 14h às 20h
(Alteração do horário de visita, só é possível com prévia marcação)
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Contactos:
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Local:
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Galeria de Exposições da Escola Superior Gallaecia,
Largo das Oliveiras
4920-275 Vila Nova de Cerveira
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Breve Resumo da Exposição Em Abril desenhos mil
Trata-se de uma exposição de desenhos da disciplina de Desenho Livre e de Representação, do 1ºano, dos Cursos de Arquitectura e Urbanismo e de Ecologia e Paisagismo. Os trabalhos abordados caracterizam-se por visarem a representação de diversos temas, com durações diferentes, utilizando variadíssimas técnicas e materiais. Para além de se apresentarem desenhos de concepção, onde o aluno inicia a utilização do desenho como um processo ao serviço do projecto. Finalmente são expostos, desenhos representativos do percurso urbano.
Breve Resumo da Conferência proferida pelo arq. Sandro Lopes:
A Revolução Industrial forçou a exploração de novas soluções urbanísticas responsáveis pelo grosso das intervenções que acabaram por ser determinantes na formação das cidades actuais. Nesta conferência pretende-se realizar uma interpretação dessas soluções organizando-as segundo os processos gráficos e formais que as originaram. Identificados dois tipos de processos, o urbanístico e o formalista, que divergem tanto em relação aos princípios, como em relação aos resultados, procura-se explorá-los a partir do estudo dos seus autores e respectivas obras, mais concretamente a partir do modo como utilizaram o desenho e a arquitectura no planeamento.
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Na continuação dos encontros de reflexão dedicados ao Património Português,
a Fundação Convento da Orada e a Escola Superior Gallaecia,
vêm convidá-lo a participar no próximo encontro dedicado à:
"Pintura Mural Portuguesa: Preservar, Investigar e Promover"
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Dia:
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Sexta, 26 de Março 2004
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Organização:
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Fundação Convento da Orada e Escola Superior Gallaecia
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Coordenação Científica:
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Dr. Luís Afonso
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Contactos:
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Inscrição:
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60€, por participante; 50€, por estudante |
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Local:
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Delegação da Fundação Convento da Orada,
Rua das Pedras Negras, nº30. 1100-403 Lisboa
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NOTA: O espaço é limitado e só permite 50 inscrições para o público.
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Estará patente ao público uma exposição dedicada à Pintura Mural.
Um pequeno stand de livros relativos a este tema, também estará presente.


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Na continuação das exposições temáticas desenvolvidas pela Escola Superior Gallaecia, e devido ao êxito das anteriores exposições e conferências, é com prazer que o convidamos para a inauguração da exposição "Arq. José Porto", no próximo dia 16, às 18h30.
A Conferência inaugural será proferida pelo Dr. Paulo Bento.
A exposição estará patente ao público de 16 de Janeiro a 21 de Fevereiro 2004, das 14h às 20h, sextas e sábados.
A acompanhar a exposição, nos próximos dias 23 e 24 de Janeiro.
Estará patente ao público uma Feira do Livro de Arte e Arquitectura.
Desejamos a todos um Bom Ano de 2004!

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Exposição "A Terra na Arquitectura Ibero-Americana", no próximo dia 12, às 18h30.
Na inauguração serão apresentados os seguintes seminários:
"Projecto Proterra" - arq. Mariana Correia
"Arquitectura Contemporânea" - Plano B
(arq. Eduardo Carvalho, arq. Luis Gama e arq. Francisco Freire)
A exposição estará patente ao público de 12 de Dezembro a 10 de Janeiro, das 12h às 20h, sextas e sábados.
Uma Feira do Livro de Arte e Arquitectura também estará presente
a 13, 14, 19, 20 e 21 de Dezembro 2003.
Desejamos a todos votos de Boas Festas!
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